terça-feira, 29 de maio de 2012

CHURRASCARIA FOGO DE CHÃO


publicado em 29/05/2012 às 09h05:



Fundo americano compra Churrascaria
Fogo de Chão por quase R$ 800 milhões

Rede tem 25 restaurantes no total, sendo 18
nos Estados Unidos e sete no Brasil

Do R7, com Reuters e Agência Estado

A GP Investmentos anunciou nesta terça-feira (29)
 um acordo para vender a Churrascaria Fogo de Chão
 por um valor de R$ 793,8 milhões (US$ 400 milhões)
para o fundo Thomas H Lee Partners.
A expectativa é que a efetivação da venda ocorra no
terceiro trimestre de 2012, informou a GP em fato
relevante.




O negócio com a Thomas H Lee foi feito pela subsidiária
GP Capital Partners III (GPCPIII) e fundos, segundo
 o documento.
— O investimento total do GPCPIII na Fogo de Chão
irá gerar um múltiplo de aproximadamente 3,4 vezes
 o valor investido e uma TIR (taxa interna de retorno)
 de 25% em dólares durante um período de menos de
seis anos. A Fogo de Chão irá se tornar o quarto
desinvestimento do GPCPIII dentro de seis investimentos
realizados pelo fundo.


A companhia mais do que dobrou seu número de
restaurantes, passando de nove para 25 durante o
período de investimento, sendo atualmente 18
unidades nos Estados Unidos e sete no Brasil.

A IMPORTÃNCIA DA ENGENHARIA LOGÍSTICA NAS EMPRESAS.





Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda.


Durante muitos anos a grande maioria das decisões relacionadas a Transporte, Movimentação e Armazenagem de Materiais e Gestão de Estoques foram tratadas de forma pouco técnica, sem uma abordagem científica, muitas vezes na modalidade tentativa-e-erro. Isso levou as empresas a uma série de deformidades e custos adicionais, que hoje se tornam cruciais para a sobrevivência das empresas, dado o alto grau de competitividade no mercado. Muitas empresas falharam no redesenho de sua malha logística, na revisão do layout operacional, na implantação de novas tecnologias, na contratação de parceiros logísticos, etc.


Nunca se falou tanto em logística. Não apenas em função dos gargalos de nossa infraestrutura e do custo Brasil, mas também devido aos problemas que as empresas têm enfrentado em sua dolorosa rotina diária, principalmente aquela relacionada ao atendimento dos clientes. Custa caro a pesquisa e o desenvolvimento de novos produtos. Custa caro produzir. Também custa caro vender e entregar. Custa mais caro não entregar e ainda mais caro ter que processar uma devolução ou arcar com custos relacionados a recalls, garantias, consertos ou reposição de um novo produto, fora as penalidades financeiras decorrentes do péssimo serviço realizado.


Apenas com as não conformidades em transportes, as empresas estão tendo sobrecustos ao redor de 10 por cento a 15 por cento das despesas normais com fretes. São custos adicionais com reentregas, devoluções, avarias em mercadorias, transporte na modalidade de carga rodoviária expressa ou frete aéreo, penalidades pelo não atendimento do prazo acordado, multa por excesso de peso, entre outros.


Nos armazéns também nos deparamos com diversos custos adicionais. Um deles é o efeito colmeia, resultado do mau aproveitamento cúbico do espaço disponível que normalmente se situa ao redor de 25 por cento do espaço total, sem considerar os corredores. Avarias, furtos e roubos geram prejuízos de até 6 por cento da receita operacional líquida de uma empresa, daí a importância da área de gestão e prevenção a perdas e de uma sistemática de inventário rotativo. Falhas no dimensionamento de recursos, como mão de obra e equipamentos de movimentação, acarretam em custos superiores de até 15 por cento em um Centro de Distribuição. Problemas com o layout operacional e o fluxo de materiais levam à duplicidade de movimentações ou na necessidade de percorrer maiores distâncias e consequentemente, na necessidade de novos recursos. Problemas com o endereçamento de materiais levam à perda de produtos no estoque e inversões no momento do picking e expedição.


A má gestão de estoques produz diversos efeitos indesejáveis. Pode significar um aumento do número de itens obsoletos e no montante de produtos vencidos. Também poderá impactar no aumento do volume total dos estoques que implicará numa maior necessidade de área e recursos operacionais, além de gerar perdas de vendas e até de Clientes pela não disponibilidade imediata dos produtos.


Como podemos ver, a logística precisa atuar no planejamento, gestão e monitoramento das atividades sob sua responsabilidade. Não basta apenas focar na competência operacional, em detrimento das atividades estratégica e táticas. Trabalhando apenas a esfera operacional atuaremos como verdadeiros bombeiros, apagando incêndios, que num interminável ciclo vicioso, continuarão ocorrendo e se repetindo.


É necessário desenvolver uma mão de obra pensante, capaz de desenvolver e liderar projetos de melhoria contínua em todos os níveis de decisão. Faltam profissionais capacitados tecnicamente, e que dominem assuntos diversos, relacionados à tomada de decisão, como custos e análise de investimentos, estatística, pesquisa operacional, informática, entre outros


Por que não termos uma formação específica para a área de Logística, mesclando conhecimentos de Economia, Administração de Empresas, Comércio Exterior, Matemática e Estatística e Engenharia. Estamos falando da Engenharia Logística Por que ainda não temos um curso voltado exclusivamente à formação desses profissionais, carentes nas Indústrias, Atacadistas, Varejistas, Operadores Logísticos e Transportadores


Um profissional desse tem um valor inestimável. Pode até custar mensalmente algo entre 5.000,00 a 10.000,00 mil reais, mas o retorno proporcionado, diante das inúmeras opções existentes, é muito maior do que se pode imaginar


Diante dessas diversas possibilidades, a logística não poderá, nunca, se contentar com o status quo adquirido e nem se curvar à rotina. A essência da logística é a melhoria contínua, portanto precisará se capacitar para proporcionar às empresas os benefícios possíveis com a otimização da operação


Logística ainda não é para a grande maioria das empresas um diferencial competitivo, mas será para TODAS num futuro próximo E o caminho mais curto para isso será a ENGENHARIA LOGÍSTICA Portanto, forme e retenha o seu ENGENHEIRO LOGÍSTICO

VISITE

http://www.tigerlog.com.br/


Uma Visão Distorcida da Simulação



Leonardo Chwif


Embora já soubesse de muitas práticas existentes que permeiam o mercado de simulação, só me “dei conta” da realidade “nua e crua” quando um fato interessante me ocorreu há algumas semanas atrás.


Convidei um colega meu, que é da área de Marketing, para assistir a uma palestra de Simulação, onde o palestrante apresentou diversos modelos de simulação desenvolvidos e, como através deles, resolveu muitos problemas de manufatura e logística. Ao final da palestra, perguntei a este meu colega, que é leigo no assunto, qual sua opinião. Ele me revelou prontamente: “É só colocar os dados num tal software de simulação que ele gerará a solução para você”. Realmente para quem está de fora parece isto, muito diferente da realidade do dia-a-dia do desenvolvimento de um modelo de simulação.


Refletindo “com meus botões”, essa visão, apesar de totalmente errônea, faz sentido, pelo menos à primeira vista. Isto porque normalmente apresentamos os “resultados finais” e pouco se discute qual foi o processo de obtenção dos resultados. Também costumamos valorizar muito o software. A conseqüência: Visão “Software-Cêntrica” da Simulação.


Esta visão parte do pressuposto que o software de simulação é o elemento principal em um estudo de simulação. É o fator chave para o sucesso de uma simulação. Como o software é o elemento principal, a pessoa que cria o modelo fica em segundo plano. Desta forma o valor do desenvolvimento de um modelo de simulação deve ser baixo, pois entra praticamente no custo de desenvolvimento o valor do software (amortizado por vários projetos) – afinal o software faz praticamente tudo....


Infelizmente esta visão é totalmente distorcida. O elemento mais importante em um estudo de simulação é o que chamamos de modelador. O modelador é quem irá criar um modelo totalmente do zero, baseado em técnicas e em “arte”. Sim arte! Segundo Shannon a simulação é uma ciência e uma “arte”. E ainda de acordo com Banks: “Simulação não é um software, é uma disciplina”. Isto prova que a visão realística é a visão “Antropocêntrica”, ou seja, o homem, ou o modelador é a figura mais importante em um estudo de simulação. Portanto para se criar um modelo é preciso muita dedicação, experiência, conhecimentos e arte. Neste sentido o software de simulação é apenas uma ferramenta do seu criador. Parafraseando também outra figura ilustre da simulação, Charles Harrel: “A fool with a tool is still a fool”, ou seja, um tolo com uma ferramenta ainda é um tolo....




Infelizmente a visão “Software-Cêntrica” impera, trazendo as seguintes conseqüências:


- Estudos de simulação cujo objetivo é a construção de um modelo qualquer em um software, sem preocupação com o processo de tomada de decisão em si, que na realidade é a mola principal de um estudo de simulação.


- Valores cada vez mais baixos de desenvolvimento de um modelo, pela contratação de pessoas que conhecem muito bem um determinado software, mas pouco conhece sobre o processo a ser modelado ou métodos estatísticos de análise de dados de entrada / saída de um modelo de simulação.


- Contratação por parte das empresas de projetos de simulação baseados no menor custo, como se a simulação fosse um “commodity” como farinha de trigo ou alumínio.


Todavia a pior conseqüência é a de longo prazo: a simulação vai sendo desacreditada, pois não auxiliou realmente o processo decisório. Não se tornou um meio para um fim, e sim um fim para um fim: “O diretor mandou fazer uma simulação”, então vamos fazer qualquer coisa...


É preciso reavaliar estes valores. É preciso entender melhor como funciona o processo de construção de um modelo de simulação. É preciso enxergar que há muito mais do que um software por traz, talvez décadas de aprendizagem e experiência....


Tenho fé que as coisas irão mudar. Talvez lentamente, mas irão mudar. Bem pelo menos tentamos dar o pontapé inicial....

Leonardo Chwif é graduado em Engenharia Mecatrônica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Mestre pela USP e Doutor pela USP/Brunel University (U.K) em simulação de processos. Leonardo possui inúmeros artigos em simulação publicados em periódicos e conferências nacionais e internacionais. Possui mais de 15 anos de experiência em simulação, tendo trabalhado também em grandes empresas como Mercedes-Benz e Multibrás Eletrodomésticos. Já realizou mais de 100 projetos de simulação. Juntamente com Afonso Celso Medina é autor do Livro: Modelagem e Simulação de Eventos Discretos. Atualmente é sócio diretor da empresa Simulate Tecnologia de Simulação Ltda (www.simulate.com.br).

domingo, 27 de maio de 2012

LA ARGENTINA Y BRASIL DESTRABAN BARRERAS AO COMERCIO BILATERAL.

Argentina La Argentina y Brasil destraban barreras al comercio bilateral




Se liberó el ingreso de cerdo, uvas, queso y papas

Se destrabo el ingreso de 400 t de queso varados en Brasil






Durante una jornada de importante acercamiento comercial con Brasil, la Cancillería anunció que se liberó la exportación de uvas y pasas de uva a ese país, en tanto que el Ministerio de Agricultura brasileño informó el ingreso de carne porcina a la Argentina y el permiso adicional para que los quesos y papas entren al socio comercial.


Al cabo de una reunión en Brasilia entre el embajador argentino en Brasil, Luis María Kreckler y el ministro de Agricultura brasileño, Mendes Ribeiro, este último anunció la liberación inmediata de las importaciones de uvas y pasas de uva de origen argentino; y horas más tarde, hizo lo propio para el caso de los quesos y papas.


Asimismo, comunicó la decisión de comenzar a trabajar en un acuerdo sobre las condiciones de ingreso a Brasil de importaciones argentinas de cítricos y langostinos. De acuerdo con medios brasileños, la decisión del Planalto obedeció al hecho de que se destrabó la entrada de la carne porcina a la Argentina.


Medicamentos. En forma conjunta, Kreckler y Ribeiro evaluaron los compromisos asumidos en la visita de la delegación argentina, el pasado 15 de mayo, encabezada por el canciller, Héctor Timerman, y el secretario de Comercio Interior, Guillermo Moreno.


En esa cumbre, entre otros puntos, se acordó alcanzar una solución satisfactoria para las exportaciones argentinas de medicamentos e insumos para la industria de la salud.


De acuerdo con el sitio especializado Infortambo, hasta ayer y debido a la aplicación de licencias no automáticas de importación, el Gobierno brasileño impedía el ingreso de unas 400 toneladas de quesos argentinos. "Alrededor de 20 contenedores quedaron varados en la frontera y sólo podrán entrar con un nuevo permiso emitido no sólo por el Ministerio de Agricultura sino también por la Secretaría de Comercio Exterior", comunicó el portal, antes de la solución del diferendo.


Esas restricciones comenzaron a aplicarse en los primeros días de mayo, a través de licencias no automáticas que, además de lácteos, restringen el ingreso al país vecino de manzanas, harina de trigo, y vinos.


Este será uno de los temas que formarán parte de la agenda de la reunión, que altos funcionarios de ambos gobiernos mantendrán en la Secretaría de Comercio Interior, en Buenos Aires, el próximo 4 de junio, con el objeto de avanzar en mayores acuerdos comerciales.


Gesto. “Este es el primer gesto argentino de regularización del comercio bilateral, después de la reunión ocurrida la semana pasada entre los ministros Ribeiro Filho, Antonio Patriota (de Relaciones Exteriores) y Fernanda Pimentel (Desarrollo, Industria y Comercio Exterior) con el canciller argentino Héctor Timerman y el secretario Moreno‘, evaluó el comunicado emitido por el Ministerio de Agricultura de Brasil.


Además del encuentro del próximo 4 de junio, en caso de que se requiera un mayor análisis habrá otro encuentro el 15 del mismo mes, concluyó la información surgida desde el gobierno de Brasil.


En la agenda que contendrán las próximas negociaciones entre ambos países, también estaría presente la situación actual que vive la industria del durazno, que por las trabas aplicadas, complica a la economía de la provincia de Mendoza.


BRF & KRAFT


BRF e Kraft fecham parceria para leites aromatizados


Objetivo da união é colocar as companhias entre os três líderes do mercado no segmento

por Agência Estado





Leites aromatizados da parceria BRF e Kraft (Foto: Kraft/Divulgação)


As empresas de alimentos BRF Brasil Foods e Kraft Foods Brasil anunciaram nesta quarta-feira (11/4) uma parceria na fabricação, produção e distribuição de leites aromatizados da marca Trakinas, o Trakinas Shake. "Este é um ano de mudanças para a marca Trakinas. Além de querermos atingir um público diferente - adolescentes de 10 a 12 anos - com a modernização da marca, estamos expandindo Trakinas para outras categorias", afirmou a gerente de marcas sênior da Kraft Foods Brasil, Sarah Buchwitz, em entrevista à imprensa.


O desenvolvimento do Trakinas Shake, que possui dois sabores, morango e chocolate, foi feito em 12 meses. Os investimentos, porém, não foram divulgados pelas empresas. O produto é fabricado em uma linha específica da unidade da BRF em Carambeí (PR), com embalagem de 185 ml da Tetra Pak. A distribuição e venda também é de responsabilidade da BRF e a comunicação e a marca, da Kraft.


"Nossa pretensão é ficar entre os três líderes do mercado de leite aromatizado. Essa categoria tem um faturamento anual de R$ 1 bilhão, com vendas em volume de cerca de 200 mil litros", disse a diretora de Marketing de lácteos da BRF, Luciane Matiello, que também participou do evento. A BRF já tem produtos nessa categoria, como o Bob Esponja Elegê e o Chocomilk. "Mas são itens mais convencionais, com preço médio do mercado. O que queremos com o Trakinas Shake é trabalhar com um público consumidor diferente e posicionarmos o item com um valor 15% acima da média do segmento", afirmou a executiva.


O Trakinas Shake chega aos pontos de vendas nessa semana a um preço sugerido de R$ 1,25. As regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste serão abastecidas nessa primeira fase e há planos para expansão para outras localidades, mas sem prazo específico.


K&S Alimentos


A BRF e a Kraft já têm um histórico de parcerias, por meio de uma criação de uma joint venture em queijos processados, a K&S Alimentos, que nasceu em 2008, por meio da Sadia, incorporada pela BRF em 2009. "Essa parceria é diferente do que já é feito na K&S, porque foi um produto feito pelas equipes das duas empresas e é um licenciamento da marca Trakinas para a BRF nessa categoria", explicou o diretor presidente da K&S, Marcio Salvadego.


Segundo ele, a BRF receberá pelas vendas do Trakinas Shake e pagará royalties para a Kraft pelo uso da marca. "Mas a K&S liderou o desenvolvimento do Trakinas Shake, já que tínhamos a experiência da parceria", completou. Dentre os produtos desenvolvidos, fabricados e comercializados pela K&S estão o Philadelphia Cream Cheese, requeijão Sadia, queijo cheddar Sadia e outros fatiados, todos tanto para o varejo quanto para o food service.


PRODUÇÃO DE CARNE X PRODUÇÃO DE CO 2

24/05/2012 - 09h14






Produção de 1 kg carne no Brasil produz tanto CO2 como 1,6 mil km de carro.


A produção de um quilo de carne bovina no Brasil pressupõe o gasto de 335 quilos de dióxido de carbono (CO2), exatamente a mesma quantidade consumida em uma viagem de 1,6 mil quilômetros em um automóvel europeu médio.


Especialistas da Áustria e Holanda chegaram a essa conclusão em um recente estudo, cujos resultados foram divulgados nesta quinta-feira (24) pela agência "APA".


No caso da carne de vaca produzida nos Países Baixos, um quilo equivale a 111 quilômetros de automóvel, pois nas duas situações o CO2 emitido é de 22 quilogramas.


Kurt Schmidinger, da Universidade de Viena, e Elke Stehfest, da agência "PBL Netherlands Environmental Assessment Agency", desenvolveram um sistema especial para fazer estabelecer o custo climático dos alimentos.

A maior inovação nestes cálculos é que, além das emissões na produção dos alimentos, o estudo também contabiliza a superfície do pasto para os animais, um fator ignorado até agora, apesar de ser considerado central para a mudança climática.


A razão é que os gramados de grandes superfícies impedem o desenvolvimento de florestas e plantas naturais, que por sua vez atuam absorvendo CO2 da atmosfera, o que combate o efeito estufa.


Segundo os especialistas, a produção de alimentos vegetais é a menos nociva para o meio ambiente


CEAGESP.



Ford apresenta soluções para o setor de Hortifruti granjeiro no CEAGESP


Montadora expõe modelos que tem compatibilidade com as atividades do setor no CEAGESP durante a FEMETRAN que aconteceu de 22 a 25 de maio

Silas Colombo, repórter do Portal Transporta Brasil



A Ford selecionou modelos da sua linha 2012 para aplicações do setor de transporte de carga perecível e seca hortifruti granjeiro. A empresa expõe os modelos no CEAGESP (Central Estadual de Abastecimento do Estado de São Paulo), na capital paulista, na Feira dos Meios de Transporte, Movimentação e Logística de Produtos Hortifrutícolas – FEMETRAN.


Os veículos escolhidos para a mostra são os modelos Cargo 816, Cargo 2429, Cargo 1933 e Transit Chassi. “A feira da CEAGESP é de grande importância por ser o maior entreposto de frutas, legumes, flores, aves e pescados da América do Sul. Ela funciona praticamente 24 horas e tem uma movimentação média diária de 10 mil caminhões”, diz Pedro Aquino, gerente de Marketing da Ford Caminhões.


A configuração da Transit Chassi permite o transporte de cargas volumosas em centros urbanos. Tem motor Duratorq 2.4 litros turbodiesel, com 115 cv de potência, câmbio de seis marchas e tração traseira. Por ter peso bruto total de 3,5 toneladas, não exige carteira de habilitação especial para ser dirigida.


O novo Ford Cargo 816 tem peso bruto total de 8.250 kg, capacidade máxima de tração de 11.000 kg e três distâncias entre-eixos para diferentes aplicações e é equipado com o novo motor Cummins Euro 5 ISBe 4.5 litros, de 162 cv.


O Ford Cargo 2429 Euro 5 com tração 6×2 atua no transporte de médias e longas distâncias, com peso bruto total de 23 toneladas. É usado como basculante, furgão lonado, tanque, baú isotérmico, de alumínio, frigorífico e transporte de carga seca.


Seu novo motor Cummins Euro 5 IBS 6.7 litros, de 6 cilindros, tem potência de 290 cv e câmbio de seis marchas sincronizadas.